terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Chão de Brinco 2


Chão de Brinco Poesia n.º 2 - Dezembro de 2015. Edições Cardo. 
Coordenação. Antonino Jorge / Alfredo de Resende Figueiredo. 
Poemas inéditos e desenhos de: A. Riomonte - A. M. Pires Cabral - Armandina Maia - Carlos Poças Falcão - César Luís de Carvalho - Côta Sexas - Cruzeiro Seixas - José Emílio Nelson - José Luís Mendonça - José saraiva - Nuno Júdice - Sónia Moll. Portfólio dedicado a Egito Gonçalves]. In-8.º grande de 92 páginas. 
Br. Ilustrada com desenhos originais dos poetas e de Sérgio Reis (ilustrando o poema de José Saraiva). 
Tiragem de apenas 100 exemplares.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Nostra Damus em Oliveira do Hospital

A exposição itinerante Arte Nostra Damus estará patente até 06 de janeiro de 2016 na Casa da Cultura César de Oliveira em Oliveira do Hospital.
Imagens da abertura, dia 11 de dezembro.







Artista censurado no Sardoal


Câmara Municipal alega “motivos de força maior” para cancelar exposição de desenho de Ricardo Cardoso [1] [2]

A exposição de Ricardo Cardoso no Centro Cultural Gil Vicente, na vila do Sardoal, com inauguração prevista para o passado dia 4 de dezembro, não chegou a abrir. O Presidente da Câmara viu as obras, não gostou e mandou cancelar a exposição. Os 10 desenhos sobre as atrocidades do século, que Seia viu na Artis XIII, foram retiradas das paredes do Centro Cultural por terem sido consideradas impróprias para a quadra natalícia. Em comunicado, a Câmara Municipal de Sardoal “esclareceu” que a exposição foi cancelada “por motivos de força maior”. Na sua página no Facebook, o artista deixou a seguinte declaração: “Já todos conhecem a minha atitude em relação à arte e à liberdade criativa, quer os ventos sejam favoráveis ou não. (…)  Não vou obrigar ninguém a gostar de ver os meus trabalhos, mas também não vou deixar de os fazer ou dar a conhecer porque é Natal.”

Todos concordamos que o Natal é uma quadra de ternura, fraternidade, convívio familiar, mas o mundo não para, muito menos os atropelos aos Direitos Humanos em todo o mundo, cristão e não cristão, que têm o seu Dia Internacional no início de dezembro. Precisamente por ser Natal, celebrando o nascimento do Salvador que os seus contemporâneos torturaram e pregaram numa cruz, não devemos esquecer as atrocidades mais recentes, cometidas pela Humanidade no século XX e início do século XXI, quando seria suposto os avanços tecnológicos e a democratização da cultura criarem um novo Homem, capaz de refletir com humanidade sobre o caminho andado e traçar novas rotas para o futuro. Mas há quem ache que o Natal deve ser uma “silly season” de final de ano, ignorando ou escondendo o que está mal para se sentir melhor.

Em 1914 achou-se por bem interromper a 1ª Guerra Mundial para celebrar o Natal mas as atrocidades cometidas por ambas as partes recomeçaram logo de seguida, com renovada violência. A 1ª Guerra Mundial vai longe, segundo sábias opiniões já terá começado a 3ª, mas a dor e a morte são idênticas. E o terror também. Não a violência e o terror dos filmes que os canais televisivos oferecem tradicionalmente a pequenos e graúdos durante a quadra natalícia, com caretas e sangue a fingir, mas o terror paralisante, o medo até de pensar, dar um passo, existir. Como fingir que não decorrem atualmente no mundo 12 guerras com mais de mil mortos por ano, a somar a milhares de vítimas anónimas do terrorismo internacional, às vítimas conhecidas das ditaduras ostensivas ou envergonhadas, às vítimas da exploração, da escravatura, da pobreza, da fome e da sede em todo o mundo, rico e pobre.

Quem conhece Ricardo Cardoso e acompanha a sua obra sabe como estas temáticas são importantes para ele, refletindo-se nos seus trabalhos artísticos. A exposição no Sardoal, composta por 10 dos desenhos realizados na Artis XIII – Festival de Artes Plásticas de Seia, sobre os horrores da humanidade do século XX e início do século XXI, pretendia atrair olhares e consciências dando rostos e nomes ao terror, levantando a questão mais sensível do nosso tempo: “que futuro queremos para a Humanidade?” Uma pergunta mais do que pertinente, urgente nos dias de hoje, com populações inteiras em movimento pelo globo, fugindo dos seus países devastados pela pobreza e pela guerra, e com a ameaça crescente do terrorismo, criado e alimentado por interesses obscuros, utopias cegas e crenças fanáticas.

Por tudo isto não faz sentido censurar a arte ou os artistas como se alguém ou alguma instituição tivesse, por iniciativa própria ou “por motivos de força maior”, o “dever” de proteger os cidadãos de tanto mal exorcizado no papel, afastando a “pobre gente” da visão dos medos desvairados que muitos artistas já não suportam dentro das cabeças e que existem cá fora – está visto pelos atentados no coração da Europa – e estão agora a ser atirados sem piedade, como flechas mortais, ao coração de cada um de nós.


10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos

[1] Publicado no jornal Porta da Estrela nº 1023, 16 de dezembro 2015
[2] A 15 de dezembro foi anunciado que a CM do Sardoal aceitou acolher a exposição de Ricardo Cardoso no Centro Cultural Gil Vicente em janeiro 2016.

Entretanto, recordo aqui a realização de alguns desses trabalhos na Artis XIII, em maio 2015.






Azulejos na Casa Maria Adelaide, São Romão

Azulejos na Casa Maria Adelaide, São Romão, representando a formação rochosa natural conhecida por “Cabeça da Velha” com a Capela de Nossa Senhora do Calvário e o Presbitério de São Romão.




Fotos de Carlos Manuel Dobreira

domingo, 15 de novembro de 2015

Pintura ao vivo na Catedral de Viseu - Projeto (RE)CRIAR


Projeto (RE)CRIAR, no dia 26 e 27 de setembro, no claustro da Catedral de Santa Maria de Viseu.
Cada um dos 9 artistas participantes escolheu uma obra de arte da Catedral de Viseu para servir de ponto de partida enquanto tema para a criação de uma obra de arte contemporânea. 
Artistas: Luis Duro (Viseu) – Braço de São Teotónio; José Almeida (Viseu) – Escultura da Srª da Piedade com Jesus Cristo em seu Colo; Carlos Godinho (Estremoz) – Pia Batismal; Sérgio Reis (Seia) - Escultura Anjo Rafael e Tobias; Manuela Araújo (Lisboa); Marta de Aguiar (Porto); Luís Correia (Viseu); Alice Piloto (Viseu).

As obras ficarão expostas na catedral até 23 de julho 2016.


Sérgio Reis

 
Sérgio Reis

 Carlos Godinho

 Paulo Medeiros

 Paulo Medeiros

 Luís Duro

Luís Duro

 José Almeida

 José Almeida

 Alice Piloto

Alice Piloto

 Marta de Aguiar

 
Marta de Aguiar

 Manuela Araújo

 Manuela Araújo

Luís Correia

  Luís Correia

 Sérgio Reis e Paulo Medeiros

 Drª Fátima Eusébio



Anabela Pedrosa, ilustradora


Recebi hoje o novo livro de Cristina Magalhães com ilustrações de Anabela Pedrosa, ”História da História (com pés e cabeça)”, apresentado publicamente há seis dias na Casa Allen, Porto. O texto de Cristina Magalhães é divertido e ágil, delicioso de ler pois parte de uma ideia original, começar a história ao contrário (“Foram felizes para sempre”) e está visualmente muito bem apresentada graças à capa, paginação e ilustrações de Anabela Pedrosa. Linha e mancha sugestivas, cor e texturas subtis, fluindo nas páginas e dialogando sabiamente com os fundos e com o texto. O livro é precioso e as autoras estão claramente de parabéns.

Anabela Pedrosa nasceu em Paços de Brandão em 1970. Formada em Design de Comunicação pela ESAD de Matosinhos é Diretora criativa do Departamento de Design e Comunicação na empresa L.M.C.O. Arquitetura e Design, no Porto. Para além deste livro, ilustrou "O Dragão Napoleão e os Amigos" de Eugénia Martins (editora Lugar da Palavra, 2012), "Gustave" de Ana Rita Soares (Chiado Editora, 2015), "Vou pintar um arco-íris" de Alice Cardoso (Recortar Palavras, 2015) e colabora anualmente como ilustradora no livro "Histórias da Ajudaris".



“História da História (com pés e cabeça)”

Texto de Cristina Magalhães com ilustrações de Anabela Pedrosa. Edita-me Editora, Porto, novembro de 2015.

domingo, 1 de novembro de 2015

ARTE NOSTRA DAMUS 15

Vista parcial da exposição

A exposição coletiva itinerante da  MOITAMOSTRA 2015, ARTE NOSTRA DAMUS 15, inaugurou ontem, dia 1 de novembro, no Atelier/Galeria Ricardo Cardoso em São Romão. Depois de Viseu e Lisboa, a exposição é mostrada em Seia até final de novembro, seguindo depois para Oliveira do Hospital e Braga.

Promovida pelo GEIC - Grupo Experimental de Intervenção Cultural e organizada pela artista Cristina Vouga, a exposição apresenta obras de pintura, desenho, escultura, cerâmica, colagem e fotografia de 16 artistas: Alberto D'Assumpção; Alexandre Magno; Anabela Calado; Carlos Saramago, Cristina Vouga; José Manuel Heitor; Joana D'Assumpção; Luís Dias Ribeiro; Luís Morgadinho; Maria Rito; Miguel Carvalho; RIK Lina; Ricardo Cardoso; Sérgio Reis; Seixas Peixoto e Vítor Zapa.

Atelier/Galeria - Ricardo Cardoso
Bairro dos Moinhos nº4 (antigas Fábricas Camello)
S. Romão, Seia



 Alexandre Magno, Sérgio Reis, Ricardo Cardoso, Luís Ribeiro, Cristina Vouga e Elsa Pinto


sexta-feira, 31 de julho de 2015

I Bienal de Gaia 2015 reúne 433 artistas

A I Bienal de Gaia 2015 reúne 433 artistas, com obras expostas em diversos locais da cidade de Vila Nova de Gaia e Porto (ver mapa). Organizada pelos Artistas de Gaia - Cooperativa Cultural, com o apoio da Câmara Municipal de Gaia, a Bienal decorre até 09 de agosto 2015.


HORÁRIO DAS EXPOSIÇÕES
- De segunda a sexta-feira, das 14h às 19h
- Sábados e domingos, das 10h às 19h
Entrada livre


“António Ferro: O Inventor do Salazarismo”

Um livro fundamental para conhecer o escritor, jornalista e político português responsável pela política cultural do Estado Novo. À frente do Secretariado de Propaganda Nacional (Secretariado Nacional de Informação após a II Guerra), António Ferro (1895-1956) concebeu toda uma estratégia cultural que marcou o século XX português, conciliando tradição com a modernidade, o popular com o erudito, as frágeis e efémeras manifestações populares com as imponentes manifestações da autoridade do Estado. Editor da revista “Orpheu”, que introduziu o Modernismo em Portugal, apoiou e divulgou alguns dos artistas mais arrojados do seu tempo e a arte moderna, tendo sido afastado do poder pela elite conservadora do regime até um quase exílio em Berna.


O livro de Orlando Raimundo (Dom Quixote, 2015) permite compreender a importância de Ferro na história da cultura do século XX português, através de relatos muito vivos, que se compreendem melhor em contraponto com o documentário de Paulo Seabra «ESTÉTICA PROPAGANDA UTOPIA no Portugal de António Ferro»(1).

(1) - 1ª parte | 2ª parte do documentário.

O plágio na Arte

O artista japonês Kenjiro Sano plagiou o belga Olivier Debie – ou as semelhanças entre os logótipos do Teatro de Liége e dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 são puramente ocasionais? No cerrado, veloz e complexo mundo de imagens em que vivemos, em frenético modo de (re)produção e difusão simultânea de milhões de imagens tidas por originais, nenhum artista pode garantir que é absolutamente original e inovador, que não está a plagiar involuntariamente outro artista. O problema é que, para a máquina judicial, o plágio é crime. No mínimo, involuntário. 

Os limites da Arte

Quais são os limites da Arte? A arte enquanto intervenção política e social deve ser crítica mas pode (ou deve?) ser agressiva? As performances radicais do artista russo Petr Pavlensky são geralmente muito polémicas. A última, na Praça Vermelha, atirou-o para o banco dos réus. O julgamento está marcado para setembro.

O Retrato na Coleção do CAM



Decorre até 19 de outubro no Centro de Arte Moderna da FCG, em Lisboa, a exposição “Olhos nos Olhos” – o Retrato na Coleção do CAM-FCG, abordando “múltiplas técnicas, modos de representação, correntes estilísticas, e um permanente fascínio pelo registo de si próprio ou dos que são próximos ou, no lado oposto, o desejo de captar as celebridades ou os grandes vultos da cultura e da história”.

O retrato de Cavaco Silva

Aproximando-se a irrevogável saída de Cavaco Silva da Presidência da República, pergunta-se qual o artista que escolherá para pintar o seu retrato presidencial, com lugar marcado na Galeria dos Retratos Oficiais no Museu da Presidência da República.
O 25 de Abril e 1974 arejou as mentalidades nacionais mas os antigos gostos artísticos persistiram durante mais alguns anos. No caso dos retratos presidenciais, nota-se a tensão entre os antigos e novos valores estéticos enquanto o cargo foi ocupado por militares.
António de Spínola foi retratado por Duarte Pimentel, entre outros, mas o seu retrato presidencial é da autoria de Francisco Lapa, filho do mestre Manuel Lapa, que em 1974 optou por conferir à obra alguns traços da pintura “naïf”. Joaquim Rebocho pintou Francisco da Costa Gomes em 1987, um retrato muito criticado mas fruto de uma época de irreverências e liberdades. O retrato de Ramalho Eanes foi pintado por Luís Pinto Coelho em 1991, e carateriza-se por uma excessiva rigidez, traduzindo em grande parte a imagem pública do primeiro Presidente eleito.
A arte contemporânea entrou com estrondo na Galeria dos Presidentes em 1992, graças ao retrato de Mário Soares por Júlio Pomar. A escolha surpreendeu o próprio Pomar, a quem Soares terá dito “Pinta-me como quiseres”. Jorge Sampaio seguiu o exemplo do seu antecessor e fez-se representar em 2005 por Paula Rego. Novamente, um retrato polémico, nada consensual, como aliás deve ser a arte contemporânea: inquieta, questionadora e irreverente.

E com Cavaco Silva, como vai ser?


o género do retrato na pintura possui caraterísticas muito próprias, realizando-se plenamente no subtil compromisso entre a habilidade técnica e a capacidade de observação / perspicácia psicológica do retratista. Mas há dias melhores e dias piores, até para os artistas, nem sempre o retratista consegue vencer as barreiras de imagem do retratado. Parece que aconteceu precisamente isto com Lucian Freud no retrato de Isabel II, o tamanho do suporte (15,2 x 23,5 cm) também não terá ajudado, assim como a escolha de um pintor compreensivelmente pouco à vontade perante os formalismos da pose real. No caso dos presidentes da nossa República, estes encomendaram os seus retratos preferencialmente a pintores amigos, irmanando-os nessa iconografia memorialista para a posteridade. Francisco Lapa e Joaquim Rebocho são artistas pouco conhecidos mas a história dos “pintores amigos” começa logo com Columbano, que pintou três amigos e correligionários, Manuel de Arriaga (1914), Teófilo Braga (1917) e Teixeira Gomes (1925). Na verdade, o retrato pintado é um género muito exigente e a maior parte dos pintores despacharam-no alegremente para os fotógrafos logo após a invenção da fotografia. Na escultura, a reprodução tridimensional é mais intuitiva do que a ilusão da profundidade e dos volumes no retrato pintado, havendo casos de excelentes escultores que também fracassaram em muitos bustos e estátuas, com encomendas canceladas e obras devolvidas. No retrato fotográfico, a habilidade técnica está simplificada pelos meios mecânicos e o fotógrafo pode "perseguir" o momento em que o retratado melhor se revela.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Para ver e apreciar antes de morrer


1001 edifícios que temos de ver antes de morrer. Ou a volta ao mundo em 1001 obras-primas da Arquitetura. Não faltam os portugueses Siza Vieira e Souto Moura, acompanhados de João Mendes Brito, Mário de Abreu, Manuel Norte Júnior. As obras-primas em território luso são: Casa da Música (Rem Koolhaas), Salão de Chã da Boa Nova (Siza Vieira), Centro de Artes Visuais de Coimbra (João Mendes Ribeiro), Estádio Municipal de Braga (Souto Moura), Museu Marítimo de Ílhavo (ARX Portugal), Mosteiro dos Jerónimos (Boitac, De Castilho, De Torralva), Jardim João de Deus - Penafiel (Siza Vieira), Piscina de Marés em Leça da Palmeira (Siza Vieira), Metro de Lisboa (Manuel Norte Júnior), Gare do Oriente (Santiago Calatrava), Palácio da Pena - Sintra (Barão von Eschweg, Garagem Passos Manuel - Porto (Mário de Abreu), Pavilhão de Portugal no Parque das Nações - Lisboa (Siza Vieira), Quinta da Malagueira - Évora (Siza Vieira), Convento de Mafra (Ludovice), Elevador de Santa Justa (de Ponsard), Mosteiro de Santa Maria da Vitória - Batalha (Huguet).
Ao todo, 937 páginas de belas obras.

João Noutel vence Prémio de Pintura Abel Manta 2015


"Esta Gente", acrílico s/tela - pintura de Sérgio Reis selecionada para a exposição coletiva do Prémio Abel Manta de Pintura 2015. Participaram 50 artistas, com 70 obras, das quais apenas 13 foram indicadas para a exposição.

João Noutel, artista natural do Porto (n. 1971) e residente em Lisboa foi o vencedor da 6ª edição do Prémio Abel Manta de Pintura 2015, com a obra “Analphabetic Lovers” (2012, técnica mista s/MDF, 140x100 cm). Concorreram 70 obras de 50 artistas, 13 das quais foram selecionadas para exposição no Museu Abel manta, em Gouveia, a inaugurar no dia 07 de agosto.
Uma obra minha e outra do artista senense Ricardo Cardoso foram selecionadas, “Esta Gente” e “Animal desvairado faz de mim um escravo I”, respetivamente, assim como uma obra de Susana Chasse, Maria Antonieta Martinho, Conceição Fragueiro, Ana Weber, Catarina Machado, Maria de Lurdes Fonseca, Fátima Teles, António Manuel Pires e Inês Bessa. João Noutel concorreu com duas obras e serão ambas expostas.
O júri de seleção do Prémio Abel Manta de Pintura, no valor de 5000 euros, foi constituído pela arquiteta Isabel Manta, neta do pintor Abel Manta, pela artista plástica Mónica Nogueira e pelo arquiteto Raimundo Aires.
João Noutel, “Analphabetic Lovers” (2012, técnica mista s/MDF, 140x100 cm)
 

Mural E Agora? - Artis XIII


Pintura de mural com 4 X 14 metros no Festival ARTIS XIII, na avenida junto à Central de Camionagem de Seia, pelos artistas Alexandre Magno da Silva, Luiz Morgadinho, Ricardo Cardoso, Sérgio Reis, Virgínia Pinto e Vitor Zapa.

Início da obra coletiva. Foto: Mário Jorge Branquinho

 
"The end". Da esquerda para a direita, "os culpados do costume": Alexandre Magno, Vítor Zapa, Sérgio Reis, Virgínia Pinto, Ricardo Cardoso, Luiz Morgadinho. Foto: Mário Jorge Branquinho.

Vista parcial do mural com 14 metros de comprimento

Um desenho com 40 anos


Fernando Augusto Rocha enviou-me este desenho com quase 40 anos. Uma brincadeira a propósito da dificuldade de se arranjar, então, acomodações em conta para estudantes, no Porto. Corria o ano de 1978, o nosso primeiro ano na ESBAP... depois de um ano propedêutico, com trabalho comunitário (serviço cívico), e complicados exames nacionais de acesso.