Com o artista e performer Ricardo Cardoso, Presidente da Associação de Arte e Imagem de Seia, na exposição de Natal, 15 e 16 de dezembro.
domingo, 30 de dezembro de 2018
Eis-me Aqui - Desenho de Adua Guerra Santos
Exposição de desenho EIS-ME AQUI, de Adua Guerra Santos, organizada pelo Município de Seia com curadoria de Sérgio Reis, nas Galerias da Casa Municipal da Cultura de Seia.
Muitas pessoas presentes na inauguração da exposição, no dia 7 de dezembro, uma cerimónia que contou com a presença de Camelo, Presidente da Câmara Municipal de Seia.
A exposição tem como principal objetivo apresentar Adua Guerra Santos e a sua obra recente, mostrando desenhos a grafite e carvão sobre papel e tela realizados entre 2015 e 2018.
A mostra pode ser vista durante dezembro e janeiro de 2019 no seguinte horário:
De segunda a sexta-feira: das 10H às 18Horas
Domingos das 14:00H às 17:30 Horas
Exposição do Museu de Causas em Valbom
Exposição do Museu de Causas na Casa Branca de Gramido, Valbom, Gondomar.
A minha obra, “S.O.S. – Save Our Souls“, 2016, acrílico sobre tela, sobre o
trágico destino de muitos refugiados no Mar Mediterrâneo, tentando
desesperadamente chegar à Europa.
Em primeiro plano, uma obra de Agostinho Santos sobre o 25 de Abril,
a Revolução dos cravos.
A exposição decorre até 3 de
fevereiro 2019. A entrada é livre e as obras não são para venda uma vez que
integram as Coleções Agostinho Santos / Museu de Causas.
Revista de Poesia Chão de Brinco nº5
Acaba de sair o nº5,
dezembro 2018. Estou na pág. 51, com o poema "Dormindo não sabes",
inspirado num desenho do meu filho: um viajante passando a noite na sala de
espera de um aeroporto.
Uma das raras situações em que o texto "ilustra" a imagem, mesmo não
tendo mil palavras.
Ao longo de 5 anos, a Chão de Brinco publicou 50 poetas,
consagrados e novos, e ilustrações de mais de 30 artistas, assim como dossiers
sobre poetas que reúnem a admiração e interesse dos editores, Antonino de
Resende Jorge e Alfredo Figueiredo.
domingo, 16 de julho de 2017
Abertura da 2ª Bienal de Gaia excedeu as expetativas
No dia 08 de julho, foi inaugurada a 2ª Bienal Internacional de Arte de Gaia. Uma Bienal de Causas, com um conjunto espantoso de exposições em cerca de 6000 m2, qualidade, variedade,... As Artes nacionais com excelente representação. Na conversa com Graça Morais falou-se obviamente da sua obra e contributo fundamental para a Arte Portuguesa Contemporânea, mas também foram abordadas algumas problemáticas da arte e dos artistas no Portugal atual.
Participo com pintura na exposição de Artistas Convidados (Gaia), no Pólo de Cerveira (integrado na XIX Bienal de Arte de Cerveira) e no Pólo de Seia.
2ª Bienal Internacional de Gaia, no Centro Empresarial Fercopor (antiga Coats & Clark) com entrada pela avenida Vasco da Gama, 774, a 800 metros da estação de Metro D. João II, no centro de Vila Nova de Gaia, e estacionamento gratuito no interior do Centro. Os percursos estão bem assinalados, com setas pretas em fundo amarelo. Quem vai do Porto tem setas logo que sai da Ponte do Infante. De segunda a quinta, a Bienal abre apenas à tarde (14:00 às 19:30) e, de sexta a domingo, das 11:00 às 20:00 horas.
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| Luiz Morgadinho, Ricardo Cardoso e Sérgio Reis |
O Mestre (Zulmiro de Carvalho) e o antigo aluno da antiga ESBAP
Graça Morais autografando o catálogo da Bienal
domingo, 5 de março de 2017
“Grito para me fazer ouvir”
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| Vista parcial da exposição |
Encontra-se
patente na Casa da Cultura de Seia até 26 de março 2017, uma importante
exposição retrospetiva do artista senense Ricardo Cardoso, intitulada
"Grito para me fazer ouvir".
A mostra
permite acompanhar a evolução artística de Ricardo Cardoso desde o final da
década de 1990, então com marcadas influências do mundo fantástico e surreal de
H. R. Giger, e a construção de uma obra
surpreendente, marcada pela experimentação e por isso em continua metamorfose.
Ocupando todo o
espaço da Casa da Cultura (salão, galerias e foyer do Cineteatro), a exposição
reune dezenas de obras realizadas de 1999 a 2017, pintura a óleo sobre tela,
desenho e pintura sobre papel, privilegiando os grandes formatos, e alguma
escultura, para além da evocação de performances, condensadas na instalação que
ocupa boa parte do salão. Esta instalação resulta da performance realizada na
inauguração da mostra, no dia 4 de fevereiro, que deu o título à retrospetiva.
O artista
iniciou a sua atividade performativa em 2005, tendo já realizado performances
artísticas em diversas localidades, geralmente acompanhando as suas exposições.
Nas palavras do próprio, a performance começou “por ser uma brincadeira, depois
uma forma de entreter o observador” até adquirir muito sentido artístico e
enorme importância no contexto global da sua obra, como espaço de criação em
que o artista se envolve e expõe pessoalmente, manifestando ao vivo as suas
ideias, entendimentos e preocupações. Nem
por acaso, a primeira série de performances surge numa fase muito interessante
da obra do artista, caraterizada por um “trabalho mais inquieto e perturbador,
onde o negro e as personagens expressivas predominam”, grandes desenhos negros
onde o autor aprisionou alguns medos e desespero, oferecendo-os depois ao
público como se fossem enormes espelhos de amargura.
Mas a maior e
porventura melhor caraterística da obra de Ricardo Cardoso é a continuada
aposta na experimentação, arriscando suportes estranhos (como a rede metálica
em substituição da tela, por exemplo), interações de materiais em técnicas
mistas nem sempre convencionais e combinando nas suas obras elementos orgânicos
e geométricos, concretos e abstratos, realistas e surrealistas. Na opinião do
artista, o objeto artístico é apenas “um resíduo da obra de arte” e a sua
memória (como acontece na performance) o que originou produtos naturalmente
muito diversos ao longo dos últimos 18 anos, mas a matriz da sua obra “é a
mesma, onde prevalece a insatisfação, inquietude do ser e do presente,
procurando sempre a experiência e outro futuro”.
“Grito para me fazer ouvir” apresenta-se assim
como uma espécie de manifesto artístico, revelando o modo como o artista se vê,
o que o motiva, o papel social que pretende desempenhar, questionando
interventivamente as verdades instituídas e participando na transformação
dinâmica da sociedade com a sua participação crítica, estética e social. Para
além da sua relevância nas artes plásticas, Ricardo Cardoso é um jovem
empresário da área da conservação e restauro do Património e atual Presidente
da Associação de Arte e Imagem de Seia.
Ricardo Cardoso
nasceu em Seia em 1982. Licenciado em Artes / Desenho pela Escola Superior
Artística do Porto Guimarães e também
formado em Conservação e Restauro de Madeiras – Arte Sacra pelo Cearte de
Coimbra, expõe desde 2002, em vários pontos do país. Foi distinguido com
Menções Honrosas no Agirarte (Oliveira do Hospital, 2010), no 7º Concurso de
Arte Jovem (São Romão, 2002) e homenageado pelos artistas de Seia no âmbito da
Artis IX (2010). Trabalha em São Romão, onde possui o seu atelier, no Bairro
dos Moinhos, ocupando um pavilhão da antiga
Fábrica Camello. Para além do espaço de
trabalho, o atelier inclui uma galeria de arte, aberta a exposições de outros
artistas.
Sérgio Reis
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| Ricardo Cardoso |
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arte sacre,
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