sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Azulejos na Casa Maria Adelaide, São Romão

Azulejos na Casa Maria Adelaide, São Romão, representando a formação rochosa natural conhecida por “Cabeça da Velha” com a Capela de Nossa Senhora do Calvário e o Presbitério de São Romão.




Fotos de Carlos Manuel Dobreira

domingo, 15 de novembro de 2015

Pintura ao vivo na Catedral de Viseu - Projeto (RE)CRIAR


Projeto (RE)CRIAR, no dia 26 e 27 de setembro, no claustro da Catedral de Santa Maria de Viseu.
Cada um dos 9 artistas participantes escolheu uma obra de arte da Catedral de Viseu para servir de ponto de partida enquanto tema para a criação de uma obra de arte contemporânea. 
Artistas: Luis Duro (Viseu) – Braço de São Teotónio; José Almeida (Viseu) – Escultura da Srª da Piedade com Jesus Cristo em seu Colo; Carlos Godinho (Estremoz) – Pia Batismal; Sérgio Reis (Seia) - Escultura Anjo Rafael e Tobias; Manuela Araújo (Lisboa); Marta de Aguiar (Porto); Luís Correia (Viseu); Alice Piloto (Viseu).

As obras ficarão expostas na catedral até 23 de julho 2016.


Sérgio Reis

 
Sérgio Reis

 Carlos Godinho

 Paulo Medeiros

 Paulo Medeiros

 Luís Duro

Luís Duro

 José Almeida

 José Almeida

 Alice Piloto

Alice Piloto

 Marta de Aguiar

 
Marta de Aguiar

 Manuela Araújo

 Manuela Araújo

Luís Correia

  Luís Correia

 Sérgio Reis e Paulo Medeiros

 Drª Fátima Eusébio



Anabela Pedrosa, ilustradora


Recebi hoje o novo livro de Cristina Magalhães com ilustrações de Anabela Pedrosa, ”História da História (com pés e cabeça)”, apresentado publicamente há seis dias na Casa Allen, Porto. O texto de Cristina Magalhães é divertido e ágil, delicioso de ler pois parte de uma ideia original, começar a história ao contrário (“Foram felizes para sempre”) e está visualmente muito bem apresentada graças à capa, paginação e ilustrações de Anabela Pedrosa. Linha e mancha sugestivas, cor e texturas subtis, fluindo nas páginas e dialogando sabiamente com os fundos e com o texto. O livro é precioso e as autoras estão claramente de parabéns.

Anabela Pedrosa nasceu em Paços de Brandão em 1970. Formada em Design de Comunicação pela ESAD de Matosinhos é Diretora criativa do Departamento de Design e Comunicação na empresa L.M.C.O. Arquitetura e Design, no Porto. Para além deste livro, ilustrou "O Dragão Napoleão e os Amigos" de Eugénia Martins (editora Lugar da Palavra, 2012), "Gustave" de Ana Rita Soares (Chiado Editora, 2015), "Vou pintar um arco-íris" de Alice Cardoso (Recortar Palavras, 2015) e colabora anualmente como ilustradora no livro "Histórias da Ajudaris".



“História da História (com pés e cabeça)”

Texto de Cristina Magalhães com ilustrações de Anabela Pedrosa. Edita-me Editora, Porto, novembro de 2015.

domingo, 1 de novembro de 2015

ARTE NOSTRA DAMUS 15

Vista parcial da exposição

A exposição coletiva itinerante da  MOITAMOSTRA 2015, ARTE NOSTRA DAMUS 15, inaugurou ontem, dia 1 de novembro, no Atelier/Galeria Ricardo Cardoso em São Romão. Depois de Viseu e Lisboa, a exposição é mostrada em Seia até final de novembro, seguindo depois para Oliveira do Hospital e Braga.

Promovida pelo GEIC - Grupo Experimental de Intervenção Cultural e organizada pela artista Cristina Vouga, a exposição apresenta obras de pintura, desenho, escultura, cerâmica, colagem e fotografia de 16 artistas: Alberto D'Assumpção; Alexandre Magno; Anabela Calado; Carlos Saramago, Cristina Vouga; José Manuel Heitor; Joana D'Assumpção; Luís Dias Ribeiro; Luís Morgadinho; Maria Rito; Miguel Carvalho; RIK Lina; Ricardo Cardoso; Sérgio Reis; Seixas Peixoto e Vítor Zapa.

Atelier/Galeria - Ricardo Cardoso
Bairro dos Moinhos nº4 (antigas Fábricas Camello)
S. Romão, Seia



 Alexandre Magno, Sérgio Reis, Ricardo Cardoso, Luís Ribeiro, Cristina Vouga e Elsa Pinto


sexta-feira, 31 de julho de 2015

I Bienal de Gaia 2015 reúne 433 artistas

A I Bienal de Gaia 2015 reúne 433 artistas, com obras expostas em diversos locais da cidade de Vila Nova de Gaia e Porto (ver mapa). Organizada pelos Artistas de Gaia - Cooperativa Cultural, com o apoio da Câmara Municipal de Gaia, a Bienal decorre até 09 de agosto 2015.


HORÁRIO DAS EXPOSIÇÕES
- De segunda a sexta-feira, das 14h às 19h
- Sábados e domingos, das 10h às 19h
Entrada livre


“António Ferro: O Inventor do Salazarismo”

Um livro fundamental para conhecer o escritor, jornalista e político português responsável pela política cultural do Estado Novo. À frente do Secretariado de Propaganda Nacional (Secretariado Nacional de Informação após a II Guerra), António Ferro (1895-1956) concebeu toda uma estratégia cultural que marcou o século XX português, conciliando tradição com a modernidade, o popular com o erudito, as frágeis e efémeras manifestações populares com as imponentes manifestações da autoridade do Estado. Editor da revista “Orpheu”, que introduziu o Modernismo em Portugal, apoiou e divulgou alguns dos artistas mais arrojados do seu tempo e a arte moderna, tendo sido afastado do poder pela elite conservadora do regime até um quase exílio em Berna.


O livro de Orlando Raimundo (Dom Quixote, 2015) permite compreender a importância de Ferro na história da cultura do século XX português, através de relatos muito vivos, que se compreendem melhor em contraponto com o documentário de Paulo Seabra «ESTÉTICA PROPAGANDA UTOPIA no Portugal de António Ferro»(1).

(1) - 1ª parte | 2ª parte do documentário.

O plágio na Arte

O artista japonês Kenjiro Sano plagiou o belga Olivier Debie – ou as semelhanças entre os logótipos do Teatro de Liége e dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 são puramente ocasionais? No cerrado, veloz e complexo mundo de imagens em que vivemos, em frenético modo de (re)produção e difusão simultânea de milhões de imagens tidas por originais, nenhum artista pode garantir que é absolutamente original e inovador, que não está a plagiar involuntariamente outro artista. O problema é que, para a máquina judicial, o plágio é crime. No mínimo, involuntário.