Fernando Augusto Rocha enviou-me este desenho com quase
40 anos. Uma brincadeira a propósito da dificuldade de se arranjar, então,
acomodações em conta para estudantes, no Porto. Corria o ano de 1978, o nosso
primeiro ano na ESBAP... depois de um ano propedêutico, com trabalho comunitário
(serviço cívico), e complicados exames nacionais de acesso.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Exposição retrospetiva da obra de Júlio Vaz Saraiva
Vista parcial da exposição
Exposição retrospetiva da obra de Júlio Vaz Saraiva na
galeria de exposições temporárias do Posto de Turismo de Seia, integrada na
Artis XIII. JVS entrou com 16 anos para o gabinete de desenho da Empresa
Hidroelétrica da Serra da Estrela. Até à data, a poucos dias de celebrar 87
anos, realizou diversos trabalhos na área do desenho e da ilustração, projetos
de valorização do Património e artes decorativas.
Artigo sobre Júlio Vaz Saraiva no jornal Porta da Estrela nº 1011, 15 de maio 2015.
Arte Sacra em Seia
Espaço Museológico da Santa Casa Misericórdia de Seia. Para além do célebre "Enterro do Senhor", retábulo escultórico em pedra de Ançã, séc. XVI, podemos apreciar uma “Santa Clara”, escultura em pedra de Ançã, séc. XVI, um “Santo António”, escultura
em madeira, policromada e dourada, séc. XVIII e um “São Francisco Xavier”,
escultura em madeira policromada, séc. XIX. Esculturas verdadeiramente
emocionantes.
Recomendam-se visitas - sextas e sábados, das 09:30-12:30 e das 14h-18h. Nos
restantes dias, mediante marcação prévia (Telef: 238 313 193 / 964 006 109
|Email: museu@misericordiadeseia.pt
A corrupção não tem rosto - video do 12ºE
Reinterpretação da Guernica com materiais reutilizáveis
A turma do 12ºE de Artes Visuais do Agrupamento de Escolas
de Seia apresentou na Artis XIII um trabalho coletivo de interpretação da
Guernica (Picasso, 1937), realizado nas aulas de Oficina de Artes, e recebi
hoje a notícia de que o video realizado nas aulas de Oficina Multimédia B,
"Corrupção, um crime sem rosto", também um trabalho coletivo, foi
distinguido com uma Menção Honrosa no Concurso Nacional de Imagens Contra a
Corrupção. A entrega de prémios está marcada para o dia 13 de maio, em Lisboa.
Os videos distinguidos com prémios e menções honrosas serão legendados em
inglês e publicados no site das Nações Unidas.
"Experiências do presente peneiram o futuro", performance de Ricardo Cardoso
"Experiências do presente peneiram o futuro",
performance de Ricardo Cardoso com produção de obras ao vivo junto ao mercado
de Seia. O ARTISta em acção.
"Experiências do presente peneiram o futuro",
performance de Ricardo Cardoso. Um pequeno video da hora 3.
José Maia vence Grade Prémio da I Bienal de Gaia
As escolhas dos júris nunca são fáceis, Agostinho Santos.
Parabéns a José Maia e Diana Pereira. Visitem a Bienal de Arte de Vila Nova de
Gaia, com abertura prevista para o dia 11 de julho 2015.
Atelier de artista
Este pequeno livro revelou-se uma agradável surpresa, logo a
seguir ao preço (3,50 € - preço normal e 3,15 € na FNAC). "Atelier",
de Diogo Freitas da Costa (n. 1972, licenciado em Pintura pela FBAL) divulga o
trabalho de atelier de 12 artistas portugueses em jeito de conversa com os
próprios. Pelo meio, despertam-se algumas questões fulcrais da arte
contemporânea, que suscitam reflexão. Os artistas são: Ana Vidigal, Pedro
Calapez, Julião Sarmento, Rui Sanches, Susana Gaudêncio, Joana Vasconcelos,
Bruno Pacheco, Alexandre Farto / Vhils, João Pedro Vale, Miguel Palma, Vasco
Araújo e Ricardo Jacinto. O livro é editado pela Fundação Francisco Manuel dos
Santos.
A Geometria Escondida nas Pinturas do Naturalismo
O Museu José Malhoa, Caldas da Rainha, oferece até dezembro
de 2015 uma atividade designada “A Geometria Escondida nas Pinturas do
Naturalismo”, desenvolvida no âmbito do Programa de Mobilidade de Educadores da
Fundação Calouste Gulbenkian. O principal objetivo é “promover uma relação
entre a arte e a matemática”. A matemática na pintura começa pelo formato do
quadro, estende-se à composição, proporções, equilíbrio e harmonia de formas e
de cores. Wittgenstein falava numa “matemática da cor” (Anotações sobre as
cores, 1951) mas o mais evidente são as tensões geométricas da composição –
como proponho aqui para o quadro “As Promessas”, de José Malhoa (1933).
O naturalismo é um apuramento do realismo e a composição tornou-se mais pensada e refletida. O esboço deste mesmo quadro (em baixo), segundo consta realizado diante da própria procissão, mostra uma organização bem diferente.
domingo, 3 de maio de 2015
Júlio Vaz Saraiva e Geoff Kilpatrick homenageados na Artis XIII
Na abertura do Artis XIII, foram homenageados Júlio Vaz
Saraiva e Geoff Kilpatrick (a título póstumo), em cerimónia que contou com a
presença do Presidente da Câmara de Seia e Vice-Presidente, com o pelouro da
Cultura.
O Presidente da Câmara, Mário Jorge Branquinho, Sérgio Reis e Luiz Morgadinho. Foto de Sara Morgadinho.
O artista senense Júlio Vaz Saraiva tem uma exposição
individual na galeria de exposições do Posto de Turismo de Seia e a coletiva de
artes plásticas incluirá várias obras do artista britânico que se apaixonou
pela Beira Alta e que residiu em Seia, pintando paisagens da montanha e
recantos típicos das aldeias serranas.
Coube a Ricardo Cardoso apresentar Júlio Vaz Saraiva. Na foto (de Sara Morgadinho), Júlio Vaz Saraiva recebe uma lembrança do Presidente da Câmara
António Júlio Vaz Saraiva dedicou a
maior parte da sua vida ao desenho, como desenhador profissional na Empresa
Hidro-Eléctrica da Serra da Estrela e como artista, representando
particularidades do Património histórico de Seia e do concelho, retratando
figuras locais e ilustrando obras de autores senenses. Nascido em 1928, também
é fotógrafo amador desde a década de 1940 e tem participado em diversos
trabalhos de valorização e promoção do Património histórico local. A sua obra
acompanha o desenvolvimento de Seia na segunda metade do século XX, interrogando
agora, no início de um novo milénio, os caminhos senenses para o futuro.
Coube-me lembrar resumidamente a vida e obra Geoff Kilpatrick
Autorretrato de Geoff Kilpatrick, uma das suas últimas obras (aguarela).
Geoffrey Norman Kilpatrick nasceu em Inglaterra a 16 de
janeiro de 1961. Faleceu em 2015, após doença prolongada.
Estudou Belas Artes em Inglaterra, na Politécnico de
Coventry.
Realizou várias exposições na Inglaterra, Irlanda e
Portugal. Foi um dos artistas presentes na primeira exposição de artistas
senenses em 1999, na Casa da Cultura de Seia, e participou em várias festivais
Artis – Festa das Artes em Seia.
Dedicou-se também ao artesanato. As suas “casas de xisto”
– miniaturas das casas tradicionais em xisto – fizeram escola na região,
servindo de modelo e inspiração a outros artistas e artesãos.
Residiu em Pinhanços, Seia, até 2000.
Casa na Serra,
óleo s/tela, obra exposta na I Coletiva dos Artistas Senenses, maio de 1999.
Pintura de Geoff Kilpatrick, não exposta na Artis XIII.
Abriu a ARTIS XIII
Abertura das exposições coletivas de artes plásticas e de
fotografia do Artis XIII, com obras de desenho, pintura, escultura, colagem,
instalação, homenagens a artistas e um excelente espetáculo da Orquestra
Juvenil de Seia.
Pintura de Sérgio Reis e Virgínia Pinto. Interessante combinação de materiais e de formas. Depois
de surpreender na escultura, combinando diferentes materiais, Virgínia Pinto
regressa à pintura para novas e felizes experimentações.
"Imag ' in ' Action", do 7ª Sena - Núcleo Cinéfilo de Seia, "Geometria Cromática", de Glória Reis, "Natureza morta", de Alberto Alves
Vista parcial da exposição de fotografia, no foyer do cineteatro da Casa da Cultura.
Exposição ARTE + do Grupo 9 na Miguel Bombarda
O Segredo de Lázaro, Sérgio Reis, acrílico s/tela, díptico.
A nova exposição coletiva do Grupo 9, ARTE +, abriu a 2 de
maio no Gallery Hostel, na Rua de Miguel Bombarda, integrada no ciclo das
Inaugurações Simultâneas.
A exposição reúne obras de Chi Pardelinha, Florentina
Resende, Hermínia Cândido, Manuel Carvalho, Manuela Taxa, Maria Rafael, Marília
Resende, Mário Portugal, Marta de Aguiar, Paulo Medeiros, Sérgio Reis e
Silvestre Raposo.
Entretanto, até 15 de maio, decorre em Vinhais outra exposição coletiva do
Grupo 9.
Grupo 9 - coletiva ARTE + na Gallery Hostel da Rua Miguel
Bombarda, Porto.
Fotos de Glória Reis.
Natureza Mágica - fotografias de Pedro Ribeiro
No Porta da Estrela de
30 de abril, Pedro Ribeiro e o Espaço Museológico da Misericórdia de Seia.
Igreja da Misericórdia e Casa do Despacho, Seia. Óleo s/tela de Tânia Antimonova, Col. CMS.
ARTIS XIII - pré-montagem da exposição de artes plásticas
No dia 28 de abril, ao
fim da tarde, pré-montagem da exposição coletiva de artes plásticas para o Artis XIII, na Casa da Cultura de Seia - com Dora Tracana, Eulália Clara, José Guilherme Nunes, Luiz Morgadinho, Madalena Cunhal, Mário Jorge Branquinho, Ricardo Cardoso e Virgínia Pinto.
Dora Tracana participa
no Artis 2015 com duas peças. A artista natural da Guarda foi selecionada para
a Bienal de Arte de Nova Iorque de 2015 e Bienal do Dubai de 2016.
José Guilherme Nunes, Luiz Morgadinho, Ricardo Cardoso.
Vista parcial
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Desenho, criação e consciência
Luís
Filipe S. P. Rodrigues, 2010. 408 pp. Contém entrevistas a: Alberto
Carneiro, Alcino Soutinho, Álvaro Siza Vieira,Ângelo de Sousa, António
Pedro, Jaime Silva, José Rodrigues, Lagoa Henriques,Luísa Arruda, Luísa
Gonçalves, Mário Bismark, Pedro Saraiva e Vítor Silva.
domingo, 8 de março de 2015
“Estranhos dias à Janela”, de Mário Jorge Branquinho
“Estranhos dias à Janela”, livro de
Mário Jorge Branquinho, apresentado a 7 de Março na Casa da Cultura de Seia*
“Estranhos Dias à Janela” é o título
do livro de escrita criativa de Mário Jorge Branquinho, cuja cerimónia de
apresentação terá lugar no próximo dia 7 de Março, pelas 21.30 horas, no
Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia.
Editado pela Sinapsis, do grupo
Elêtheia Editores, o livro de 158 páginas, “leva-nos a viajar pelo mundo, numa dimensão suavemente
poética”, segundo o artista plástico Sérgio Reis, que assina um dos textos
introdutórios. O mesmo responsável acrescenta que se trata de “uma escrita
apurada, culta e criativa, que se desdobra em significados e sentidos, levando
a universos reais e imaginários, de fragâncias e fantasias, para dar que pensar”.
O livro será apresentado pelo
professor António Silva Brito e haverá ainda outras intervenções, de amigos do
autor.
No foyer do cineteatro estará
patente uma exposição das 25 fotografias que fazem parte do livro, feitas a
partir de janelas de vários países, “remetendo a olhares reflexivos de horizontes
diversos e ao interior de cada espectador”.
No palco, vão igualmente registar-se
intervenções musicais e dramatização de textos por músicos e atores locais.
Mário Jorge Branquinho é licenciado em Ciências Sociais e Mestrado
em Animação Artística. É programador cultural e diretor e fundador do CineEco,
Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Autor dos
livros “Sentido Figurado” e “O Mundo dos Apartes”.
Intervenções dos oradores AQUI no blogue Seia Portugal.
Alberto Toscano Pessoa, Filipe Camelo (Presidente da CMS), Mário Jorge Branquinho, Maisa Antunes (Univ. de Coimbra e Univ. da Bahia), Sérgio Reis e António Silva Brito. Foto JSM
Cineteatro praticamente cheio para o lançamento do livro. Foto MJB.
Exposição do Grupo Nove em Vinhais
A mostra reúne um conjunto diversificado de obras de pintura e escultura de onze artistas, o Grupo Nove - que deve esta designação ao facto de o grupo inicial ser constituído por nove artistas:
Chi Pardelinha, Florentina Resende, Manuel Carvalho, Manuela
Taxa, Maria Rafael, Marta de Aguiar, Paulo Medeiros, Sérgio Reis e Silvestre
Raposo.
A próxima exposição do Grupo Nove terá lugar na Hostel Gallery, na Rua de Miguel Bombarda - Porto, entre os dias 2 de maio e 19 de junho 2015.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Deixem-me sair...
Para variar do "tirem-me deste filme" ou do "tirem-me desta cena", eis a versão "quero sair deste quadro". É um facto que nunca se sai... mas "o sonho comanda a vida" (António Gedeão).
Feliz Natal 2014 e Bom Ano Novo 2015.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Chão de Brinco - nova revista de poesia
Revista de poesia Chão de Brinco N.º 1 - Novembro de 2014 (foto: Facedesign)
Poemas e desenhos de Fernando de Castro Branco, Francisco Nóbrega Gonçalves, Helga Moreira, Joaquim Castro Caldas, José Valle Figueiredo, Moncef Louhaibi, Nuno Júdice, Pires Laranjeira, Rosa Alice Branco, Sérgio Reis, Veiga Luís, Vergílio Alberto Vieira. Desenhos de José Mário e fotografia de Egídio Santos e Leszek Szurkowsky.
Evocação do poeta Luís Veiga Leitão (1912-1987) e do grupo Poetas do Café (Diplomata) através de uma foto de grupo: Aureliano Lima, Egito Gonçalves, Luis Veiga Leitão, Mário Cláudio, Helga Moreira, Isabel de Sá, Álvaro Magalhães, António Campos, Arnaldo Saraiva, José Emílio-Nelson, Jorge Velhote, Laureano Silveira, Amadeu Baptista, Manuel Alberto Valente e Glória Padrão.
Edições Cardo. 72 páginas. Coordenação de Antonino Jorge e Alfredo de Resende Figueiredo.
Encomendas pelo e-mail: cardoedicoes@gmail.com
domingo, 2 de novembro de 2014
Henrique Pousão
Autorretrato, 1878, Museu Soares dos Reis
Excelente evocação de Henrique Pousão no programa Visita Guiada (RTP2) de Paula Moura Pinheiro - com Elisa Soares, curadora do Museu N. de Soares dos Reis. Pousão (1859-1884) faleceu aos 25 anos, tuberculoso, mas deixou um conjunto de obras impressionante. A obra abordada no programa é uma pintura irreverente apresentada pelo pintor à Academia, "Esperando o Sucesso" (1882). No Museu Soares dos Reis encontram-se expostas algumas obras de Pousão, inclusive os quadros inacabados "Rapariga deitada no tronco de uma árvore" (1883) e "Mulher da Água - Capri" (1883) - referidos em alguns livros como "Um pequeno prazer" e "De volta", respetivamente. Esses quadros (ver fotos) integravam a remessa anual de artista pensionado - 3 telas no 3º ano) No final do verão de 1883, o pintor solicitou autorização e um subsídio ao Governo para regressar a Portugal, onde faleceu a 25 de março de 1884.
Visita Guiada (link)
"Rapariga deitada no tronco de uma árvore", 1883, óleo s/tela
"Mulher da Água - Capri", 1883, óleo s/tela
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Artistas senenses pintam mural alusivo ao 20º Cine’Eco e expõem fotografia de Natureza
Uma das atividades paralelas do 20º Cine’Eco, pensada para
marcar esta edição histórica, foi a pintura de um mural com cerca de 30 metros,
na Avenida D. Ester Barata, junto à Central de Camionagem de Seia. Outra, não
menos relevante devido ao interesse das obras, é a exposição de fotografia de
Natureza de Pedro Ribeiro, intitulada “Natureza Mágica”, que decorre até final
de outubro no foyer do cineteatro. A Associação de Arte e Imagem é uma das
principais parceiras do Cine’Eco.
Uma equipa de 5 artistas plásticos, dois de Seia e três
convidados, trabalharam intensamente durante todo o dia da abertura do
Cine’Eco, mas a chegada da chuva, pelo final da tarde, obrigou ao adiamento dos
últimos retoques para o sábado seguinte. Luiz Morgadinho e Tania Antimonova
(pelos artistas de Seia), Alexandre Magno (Mangualde), Manuel Machado (Oliveira
do Hospital) e Vitor Zapa (Braga), partiram de um esboço inicial organizado a
partir de um elemento central, uma película cinematográfica, rodeada por vários
elementos naturais e humanos representativos da Serra da Estrela: um rebanho e
o respetivo pastor, um burro pastando, um muro antigo de granito, o recorte da
montanha, a cidade e a flor que é o símbolo do concelho de Seia, a campanula
herminii, típica dos prados e urzais da Estrela. Evoca-se ainda o sistema de
projeção antigo, com a tradicional máquina de bobines, uma vez que o cineteatro
já dispõe de equipamento digital, tendo os artistas aproveitado a oportunidade
para uma singela homenagem ao projecionista Zeca, funcionário da Casa da
Cultura.
A pintura mural encontra-se no acesso pedonal ao centro da
cidade e é visível de vários ângulos, inclusive das varandas do Hotel Camelo.
Espera-se agora que esta iniciativa tenha continuidade e que a própria Câmara
promova a pintura artística dos restantes muros.
No Foyer do Cineteatro, Pedro Ribeiro mostra um bom conjunto
de fotografias de Natureza, paisagem e vida selvagem, com grande realismo,
riqueza de pormenor, sentido estético - na composição e na hábil utilização da
cor. Tudo servido por uma qualidade técnica que reforça o poder de sedução das
imagens. Quase sentimos o fervilhar da vida em ambientes naturais que os
visitantes da Estrela vão encontrando nas suas caminhadas pelo interior da
montanha mas raramente com a beleza e intensidade mágica que podemos admirar nestas
fotografias.
Pedro Ribeiro é licenciado em Educação Visual e Tecnológica
e Mestre em Design Gráfico, incluindo-se a Fotografia e a Pintura na sua
formação pluridisciplinar. Na área da fotografia, é fotógrafo freelancer, colaborador de revistas
especializadas, com diversos primeiros prémios em concursos organizados por
revistas de fotografia e pelo C.I.S.E. – Centro de Interpretação da Serra da
Estrela.
Manuel Machado, Luiz Morgadinho, Alexandre Magno, Vitor Zapa, Tania Antimonova
Sérgio Reis, Manuel Machado, Alexandre Magno e Tania Antimonova
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