Este pequeno livro revelou-se uma agradável surpresa, logo a
seguir ao preço (3,50 € - preço normal e 3,15 € na FNAC). "Atelier",
de Diogo Freitas da Costa (n. 1972, licenciado em Pintura pela FBAL) divulga o
trabalho de atelier de 12 artistas portugueses em jeito de conversa com os
próprios. Pelo meio, despertam-se algumas questões fulcrais da arte
contemporânea, que suscitam reflexão. Os artistas são: Ana Vidigal, Pedro
Calapez, Julião Sarmento, Rui Sanches, Susana Gaudêncio, Joana Vasconcelos,
Bruno Pacheco, Alexandre Farto / Vhils, João Pedro Vale, Miguel Palma, Vasco
Araújo e Ricardo Jacinto. O livro é editado pela Fundação Francisco Manuel dos
Santos.
terça-feira, 23 de junho de 2015
A Geometria Escondida nas Pinturas do Naturalismo
O Museu José Malhoa, Caldas da Rainha, oferece até dezembro
de 2015 uma atividade designada “A Geometria Escondida nas Pinturas do
Naturalismo”, desenvolvida no âmbito do Programa de Mobilidade de Educadores da
Fundação Calouste Gulbenkian. O principal objetivo é “promover uma relação
entre a arte e a matemática”. A matemática na pintura começa pelo formato do
quadro, estende-se à composição, proporções, equilíbrio e harmonia de formas e
de cores. Wittgenstein falava numa “matemática da cor” (Anotações sobre as
cores, 1951) mas o mais evidente são as tensões geométricas da composição –
como proponho aqui para o quadro “As Promessas”, de José Malhoa (1933).
O naturalismo é um apuramento do realismo e a composição tornou-se mais pensada e refletida. O esboço deste mesmo quadro (em baixo), segundo consta realizado diante da própria procissão, mostra uma organização bem diferente.
domingo, 3 de maio de 2015
Júlio Vaz Saraiva e Geoff Kilpatrick homenageados na Artis XIII
Na abertura do Artis XIII, foram homenageados Júlio Vaz
Saraiva e Geoff Kilpatrick (a título póstumo), em cerimónia que contou com a
presença do Presidente da Câmara de Seia e Vice-Presidente, com o pelouro da
Cultura.
O Presidente da Câmara, Mário Jorge Branquinho, Sérgio Reis e Luiz Morgadinho. Foto de Sara Morgadinho.
O artista senense Júlio Vaz Saraiva tem uma exposição
individual na galeria de exposições do Posto de Turismo de Seia e a coletiva de
artes plásticas incluirá várias obras do artista britânico que se apaixonou
pela Beira Alta e que residiu em Seia, pintando paisagens da montanha e
recantos típicos das aldeias serranas.
Coube a Ricardo Cardoso apresentar Júlio Vaz Saraiva. Na foto (de Sara Morgadinho), Júlio Vaz Saraiva recebe uma lembrança do Presidente da Câmara
António Júlio Vaz Saraiva dedicou a
maior parte da sua vida ao desenho, como desenhador profissional na Empresa
Hidro-Eléctrica da Serra da Estrela e como artista, representando
particularidades do Património histórico de Seia e do concelho, retratando
figuras locais e ilustrando obras de autores senenses. Nascido em 1928, também
é fotógrafo amador desde a década de 1940 e tem participado em diversos
trabalhos de valorização e promoção do Património histórico local. A sua obra
acompanha o desenvolvimento de Seia na segunda metade do século XX, interrogando
agora, no início de um novo milénio, os caminhos senenses para o futuro.
Coube-me lembrar resumidamente a vida e obra Geoff Kilpatrick
Autorretrato de Geoff Kilpatrick, uma das suas últimas obras (aguarela).
Geoffrey Norman Kilpatrick nasceu em Inglaterra a 16 de
janeiro de 1961. Faleceu em 2015, após doença prolongada.
Estudou Belas Artes em Inglaterra, na Politécnico de
Coventry.
Realizou várias exposições na Inglaterra, Irlanda e
Portugal. Foi um dos artistas presentes na primeira exposição de artistas
senenses em 1999, na Casa da Cultura de Seia, e participou em várias festivais
Artis – Festa das Artes em Seia.
Dedicou-se também ao artesanato. As suas “casas de xisto”
– miniaturas das casas tradicionais em xisto – fizeram escola na região,
servindo de modelo e inspiração a outros artistas e artesãos.
Residiu em Pinhanços, Seia, até 2000.
Casa na Serra,
óleo s/tela, obra exposta na I Coletiva dos Artistas Senenses, maio de 1999.
Pintura de Geoff Kilpatrick, não exposta na Artis XIII.
Abriu a ARTIS XIII
Abertura das exposições coletivas de artes plásticas e de
fotografia do Artis XIII, com obras de desenho, pintura, escultura, colagem,
instalação, homenagens a artistas e um excelente espetáculo da Orquestra
Juvenil de Seia.
Pintura de Sérgio Reis e Virgínia Pinto. Interessante combinação de materiais e de formas. Depois
de surpreender na escultura, combinando diferentes materiais, Virgínia Pinto
regressa à pintura para novas e felizes experimentações.
"Imag ' in ' Action", do 7ª Sena - Núcleo Cinéfilo de Seia, "Geometria Cromática", de Glória Reis, "Natureza morta", de Alberto Alves
Vista parcial da exposição de fotografia, no foyer do cineteatro da Casa da Cultura.
Exposição ARTE + do Grupo 9 na Miguel Bombarda
O Segredo de Lázaro, Sérgio Reis, acrílico s/tela, díptico.
A nova exposição coletiva do Grupo 9, ARTE +, abriu a 2 de
maio no Gallery Hostel, na Rua de Miguel Bombarda, integrada no ciclo das
Inaugurações Simultâneas.
A exposição reúne obras de Chi Pardelinha, Florentina
Resende, Hermínia Cândido, Manuel Carvalho, Manuela Taxa, Maria Rafael, Marília
Resende, Mário Portugal, Marta de Aguiar, Paulo Medeiros, Sérgio Reis e
Silvestre Raposo.
Entretanto, até 15 de maio, decorre em Vinhais outra exposição coletiva do
Grupo 9.
Grupo 9 - coletiva ARTE + na Gallery Hostel da Rua Miguel
Bombarda, Porto.
Fotos de Glória Reis.
Natureza Mágica - fotografias de Pedro Ribeiro
No Porta da Estrela de
30 de abril, Pedro Ribeiro e o Espaço Museológico da Misericórdia de Seia.
Igreja da Misericórdia e Casa do Despacho, Seia. Óleo s/tela de Tânia Antimonova, Col. CMS.
ARTIS XIII - pré-montagem da exposição de artes plásticas
No dia 28 de abril, ao
fim da tarde, pré-montagem da exposição coletiva de artes plásticas para o Artis XIII, na Casa da Cultura de Seia - com Dora Tracana, Eulália Clara, José Guilherme Nunes, Luiz Morgadinho, Madalena Cunhal, Mário Jorge Branquinho, Ricardo Cardoso e Virgínia Pinto.
Dora Tracana participa
no Artis 2015 com duas peças. A artista natural da Guarda foi selecionada para
a Bienal de Arte de Nova Iorque de 2015 e Bienal do Dubai de 2016.
José Guilherme Nunes, Luiz Morgadinho, Ricardo Cardoso.
Vista parcial
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