domingo, 3 de maio de 2015

Júlio Vaz Saraiva e Geoff Kilpatrick homenageados na Artis XIII

Na abertura do Artis XIII, foram homenageados Júlio Vaz Saraiva e Geoff Kilpatrick (a título póstumo), em cerimónia que contou com a presença do Presidente da Câmara de Seia e Vice-Presidente, com o pelouro da Cultura.

 O Presidente da Câmara, Mário Jorge Branquinho, Sérgio Reis e Luiz Morgadinho. Foto de Sara Morgadinho.

O artista senense Júlio Vaz Saraiva tem uma exposição individual na galeria de exposições do Posto de Turismo de Seia e a coletiva de artes plásticas incluirá várias obras do artista britânico que se apaixonou pela Beira Alta e que residiu em Seia, pintando paisagens da montanha e recantos típicos das aldeias serranas.

Coube a Ricardo Cardoso apresentar Júlio Vaz Saraiva. Na foto (de Sara Morgadinho), Júlio Vaz Saraiva recebe uma lembrança do Presidente da Câmara


António Júlio Vaz Saraiva dedicou a maior parte da sua vida ao desenho, como desenhador profissional na Empresa Hidro-Eléctrica da Serra da Estrela e como artista, representando particularidades do Património histórico de Seia e do concelho, retratando figuras locais e ilustrando obras de autores senenses. Nascido em 1928, também é fotógrafo amador desde a década de 1940 e tem participado em diversos trabalhos de valorização e promoção do Património histórico local. A sua obra acompanha o desenvolvimento de Seia na segunda metade do século XX, interrogando agora, no início de um novo milénio, os caminhos senenses para o futuro.

Coube-me lembrar resumidamente a vida e obra Geoff Kilpatrick 

Autorretrato de Geoff Kilpatrick, uma das suas últimas obras (aguarela).

Geoffrey Norman Kilpatrick nasceu em Inglaterra a 16 de janeiro de 1961. Faleceu em 2015, após doença prolongada.
Estudou Belas Artes em Inglaterra, na Politécnico de Coventry.
Realizou várias exposições na Inglaterra, Irlanda e Portugal. Foi um dos artistas presentes na primeira exposição de artistas senenses em 1999, na Casa da Cultura de Seia, e participou em várias festivais Artis – Festa das Artes em Seia.
Dedicou-se também ao artesanato. As suas “casas de xisto” – miniaturas das casas tradicionais em xisto – fizeram escola na região, servindo de modelo e inspiração a outros artistas e artesãos.
Residiu em Pinhanços, Seia, até 2000.

Casa na Serra, óleo s/tela, obra exposta na I Coletiva dos Artistas Senenses, maio de 1999.

Pintura de Geoff Kilpatrick, não exposta na Artis XIII.

Abriu a ARTIS XIII


 Abertura das exposições coletivas de artes plásticas e de fotografia do Artis XIII, com obras de desenho, pintura, escultura, colagem, instalação, homenagens a artistas e um excelente espetáculo da Orquestra Juvenil de Seia.


 Pintura de Sérgio Reis e Virgínia Pinto. Interessante combinação de materiais e de formas. Depois de surpreender na escultura, combinando diferentes materiais, Virgínia Pinto regressa à pintura para novas e felizes experimentações.

 "Imag ' in ' Action", do 7ª Sena - Núcleo Cinéfilo de Seia, "Geometria Cromática", de Glória Reis, "Natureza morta", de Alberto Alves

 Vista parcial da exposição de fotografia, no foyer do cineteatro da Casa da Cultura.

Exposição ARTE + do Grupo 9 na Miguel Bombarda

O Segredo de Lázaro, Sérgio Reis, acrílico s/tela, díptico.

A nova exposição coletiva do Grupo 9, ARTE +, abriu a 2 de maio no Gallery Hostel, na Rua de Miguel Bombarda, integrada no ciclo das Inaugurações Simultâneas.

A exposição reúne obras de Chi Pardelinha, Florentina Resende, Hermínia Cândido, Manuel Carvalho, Manuela Taxa, Maria Rafael, Marília Resende, Mário Portugal, Marta de Aguiar, Paulo Medeiros, Sérgio Reis e Silvestre Raposo.

Entretanto, até 15 de maio, decorre em Vinhais outra exposição coletiva do Grupo 9.


Grupo 9 - coletiva ARTE + na Gallery Hostel da Rua Miguel Bombarda, Porto. 

Fotos de Glória Reis.





Natureza Mágica - fotografias de Pedro Ribeiro

No Porta da Estrela de 30 de abril, Pedro Ribeiro e o Espaço Museológico da Misericórdia de Seia.



Igreja da Misericórdia e Casa do Despacho, Seia. Óleo s/tela de Tânia Antimonova, Col. CMS.


ARTIS XIII - pré-montagem da exposição de artes plásticas


No dia 28 de abril, ao fim da tarde, pré-montagem da exposição coletiva de artes plásticas para o Artis XIII, na Casa da Cultura de Seia - com Dora Tracana, Eulália Clara, José Guilherme Nunes, Luiz Morgadinho, Madalena Cunhal, Mário Jorge Branquinho, Ricardo Cardoso e Virgínia Pinto.


Dora Tracana participa no Artis 2015 com duas peças. A artista natural da Guarda foi selecionada para a Bienal de Arte de Nova Iorque de 2015 e Bienal do Dubai de 2016.

José Guilherme Nunes, Luiz Morgadinho, Ricardo Cardoso.

Vista parcial


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Desenho, criação e consciência


Luís Filipe S. P. Rodrigues, 2010. 408 pp. Contém entrevistas a: Alberto Carneiro, Alcino Soutinho, Álvaro Siza Vieira,Ângelo de Sousa, António Pedro, Jaime Silva, José Rodrigues, Lagoa Henriques,Luísa Arruda, Luísa Gonçalves, Mário Bismark, Pedro Saraiva e Vítor Silva.

domingo, 8 de março de 2015

“Estranhos dias à Janela”, de Mário Jorge Branquinho


“Estranhos dias à Janela”, livro de Mário Jorge Branquinho, apresentado a 7 de Março na Casa da Cultura de Seia*

“Estranhos Dias à Janela” é o título do livro de escrita criativa de Mário Jorge Branquinho, cuja cerimónia de apresentação terá lugar no próximo dia 7 de Março, pelas 21.30 horas, no Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia.

Editado pela Sinapsis, do grupo Elêtheia Editores, o livro de 158 páginas, “leva-nos a viajar pelo mundo, numa dimensão suavemente poética”, segundo o artista plástico Sérgio Reis, que assina um dos textos introdutórios. O mesmo responsável acrescenta que se trata de “uma escrita apurada, culta e criativa, que se desdobra em significados e sentidos, levando a universos reais e imaginários, de fragâncias e fantasias, para dar que pensar”.

O livro será apresentado pelo professor António Silva Brito e haverá ainda outras intervenções, de amigos do autor.

No foyer do cineteatro estará patente uma exposição das 25 fotografias que fazem parte do livro, feitas a partir de janelas de vários países, “remetendo a olhares reflexivos de horizontes diversos e ao interior de cada espectador”.

No palco, vão igualmente registar-se intervenções musicais e dramatização de textos por músicos e atores locais.


Mário Jorge Branquinho é licenciado em Ciências Sociais e Mestrado em Animação Artística. É programador cultural e diretor e fundador do CineEco, Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Autor dos livros “Sentido Figurado” e “O Mundo dos Apartes”.

Intervenções dos oradores AQUI no blogue Seia Portugal.

Alberto Toscano Pessoa, Filipe Camelo (Presidente da CMS), Mário Jorge Branquinho, Maisa Antunes (Univ. de Coimbra e Univ. da Bahia), Sérgio Reis e António Silva Brito. Foto JSM

Cineteatro praticamente cheio para o lançamento do livro. Foto MJB.