Luís
Filipe S. P. Rodrigues, 2010. 408 pp. Contém entrevistas a: Alberto
Carneiro, Alcino Soutinho, Álvaro Siza Vieira,Ângelo de Sousa, António
Pedro, Jaime Silva, José Rodrigues, Lagoa Henriques,Luísa Arruda, Luísa
Gonçalves, Mário Bismark, Pedro Saraiva e Vítor Silva.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
domingo, 8 de março de 2015
“Estranhos dias à Janela”, de Mário Jorge Branquinho
“Estranhos dias à Janela”, livro de
Mário Jorge Branquinho, apresentado a 7 de Março na Casa da Cultura de Seia*
“Estranhos Dias à Janela” é o título
do livro de escrita criativa de Mário Jorge Branquinho, cuja cerimónia de
apresentação terá lugar no próximo dia 7 de Março, pelas 21.30 horas, no
Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia.
Editado pela Sinapsis, do grupo
Elêtheia Editores, o livro de 158 páginas, “leva-nos a viajar pelo mundo, numa dimensão suavemente
poética”, segundo o artista plástico Sérgio Reis, que assina um dos textos
introdutórios. O mesmo responsável acrescenta que se trata de “uma escrita
apurada, culta e criativa, que se desdobra em significados e sentidos, levando
a universos reais e imaginários, de fragâncias e fantasias, para dar que pensar”.
O livro será apresentado pelo
professor António Silva Brito e haverá ainda outras intervenções, de amigos do
autor.
No foyer do cineteatro estará
patente uma exposição das 25 fotografias que fazem parte do livro, feitas a
partir de janelas de vários países, “remetendo a olhares reflexivos de horizontes
diversos e ao interior de cada espectador”.
No palco, vão igualmente registar-se
intervenções musicais e dramatização de textos por músicos e atores locais.
Mário Jorge Branquinho é licenciado em Ciências Sociais e Mestrado
em Animação Artística. É programador cultural e diretor e fundador do CineEco,
Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Autor dos
livros “Sentido Figurado” e “O Mundo dos Apartes”.
Intervenções dos oradores AQUI no blogue Seia Portugal.
Alberto Toscano Pessoa, Filipe Camelo (Presidente da CMS), Mário Jorge Branquinho, Maisa Antunes (Univ. de Coimbra e Univ. da Bahia), Sérgio Reis e António Silva Brito. Foto JSM
Cineteatro praticamente cheio para o lançamento do livro. Foto MJB.
Exposição do Grupo Nove em Vinhais
A mostra reúne um conjunto diversificado de obras de pintura e escultura de onze artistas, o Grupo Nove - que deve esta designação ao facto de o grupo inicial ser constituído por nove artistas:
Chi Pardelinha, Florentina Resende, Manuel Carvalho, Manuela
Taxa, Maria Rafael, Marta de Aguiar, Paulo Medeiros, Sérgio Reis e Silvestre
Raposo.
A próxima exposição do Grupo Nove terá lugar na Hostel Gallery, na Rua de Miguel Bombarda - Porto, entre os dias 2 de maio e 19 de junho 2015.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Deixem-me sair...
Para variar do "tirem-me deste filme" ou do "tirem-me desta cena", eis a versão "quero sair deste quadro". É um facto que nunca se sai... mas "o sonho comanda a vida" (António Gedeão).
Feliz Natal 2014 e Bom Ano Novo 2015.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Chão de Brinco - nova revista de poesia
Revista de poesia Chão de Brinco N.º 1 - Novembro de 2014 (foto: Facedesign)
Poemas e desenhos de Fernando de Castro Branco, Francisco Nóbrega Gonçalves, Helga Moreira, Joaquim Castro Caldas, José Valle Figueiredo, Moncef Louhaibi, Nuno Júdice, Pires Laranjeira, Rosa Alice Branco, Sérgio Reis, Veiga Luís, Vergílio Alberto Vieira. Desenhos de José Mário e fotografia de Egídio Santos e Leszek Szurkowsky.
Evocação do poeta Luís Veiga Leitão (1912-1987) e do grupo Poetas do Café (Diplomata) através de uma foto de grupo: Aureliano Lima, Egito Gonçalves, Luis Veiga Leitão, Mário Cláudio, Helga Moreira, Isabel de Sá, Álvaro Magalhães, António Campos, Arnaldo Saraiva, José Emílio-Nelson, Jorge Velhote, Laureano Silveira, Amadeu Baptista, Manuel Alberto Valente e Glória Padrão.
Edições Cardo. 72 páginas. Coordenação de Antonino Jorge e Alfredo de Resende Figueiredo.
Encomendas pelo e-mail: cardoedicoes@gmail.com
domingo, 2 de novembro de 2014
Henrique Pousão
Autorretrato, 1878, Museu Soares dos Reis
Excelente evocação de Henrique Pousão no programa Visita Guiada (RTP2) de Paula Moura Pinheiro - com Elisa Soares, curadora do Museu N. de Soares dos Reis. Pousão (1859-1884) faleceu aos 25 anos, tuberculoso, mas deixou um conjunto de obras impressionante. A obra abordada no programa é uma pintura irreverente apresentada pelo pintor à Academia, "Esperando o Sucesso" (1882). No Museu Soares dos Reis encontram-se expostas algumas obras de Pousão, inclusive os quadros inacabados "Rapariga deitada no tronco de uma árvore" (1883) e "Mulher da Água - Capri" (1883) - referidos em alguns livros como "Um pequeno prazer" e "De volta", respetivamente. Esses quadros (ver fotos) integravam a remessa anual de artista pensionado - 3 telas no 3º ano) No final do verão de 1883, o pintor solicitou autorização e um subsídio ao Governo para regressar a Portugal, onde faleceu a 25 de março de 1884.
Visita Guiada (link)
"Rapariga deitada no tronco de uma árvore", 1883, óleo s/tela
"Mulher da Água - Capri", 1883, óleo s/tela
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Artistas senenses pintam mural alusivo ao 20º Cine’Eco e expõem fotografia de Natureza
Uma das atividades paralelas do 20º Cine’Eco, pensada para
marcar esta edição histórica, foi a pintura de um mural com cerca de 30 metros,
na Avenida D. Ester Barata, junto à Central de Camionagem de Seia. Outra, não
menos relevante devido ao interesse das obras, é a exposição de fotografia de
Natureza de Pedro Ribeiro, intitulada “Natureza Mágica”, que decorre até final
de outubro no foyer do cineteatro. A Associação de Arte e Imagem é uma das
principais parceiras do Cine’Eco.
Uma equipa de 5 artistas plásticos, dois de Seia e três
convidados, trabalharam intensamente durante todo o dia da abertura do
Cine’Eco, mas a chegada da chuva, pelo final da tarde, obrigou ao adiamento dos
últimos retoques para o sábado seguinte. Luiz Morgadinho e Tania Antimonova
(pelos artistas de Seia), Alexandre Magno (Mangualde), Manuel Machado (Oliveira
do Hospital) e Vitor Zapa (Braga), partiram de um esboço inicial organizado a
partir de um elemento central, uma película cinematográfica, rodeada por vários
elementos naturais e humanos representativos da Serra da Estrela: um rebanho e
o respetivo pastor, um burro pastando, um muro antigo de granito, o recorte da
montanha, a cidade e a flor que é o símbolo do concelho de Seia, a campanula
herminii, típica dos prados e urzais da Estrela. Evoca-se ainda o sistema de
projeção antigo, com a tradicional máquina de bobines, uma vez que o cineteatro
já dispõe de equipamento digital, tendo os artistas aproveitado a oportunidade
para uma singela homenagem ao projecionista Zeca, funcionário da Casa da
Cultura.
A pintura mural encontra-se no acesso pedonal ao centro da
cidade e é visível de vários ângulos, inclusive das varandas do Hotel Camelo.
Espera-se agora que esta iniciativa tenha continuidade e que a própria Câmara
promova a pintura artística dos restantes muros.
No Foyer do Cineteatro, Pedro Ribeiro mostra um bom conjunto
de fotografias de Natureza, paisagem e vida selvagem, com grande realismo,
riqueza de pormenor, sentido estético - na composição e na hábil utilização da
cor. Tudo servido por uma qualidade técnica que reforça o poder de sedução das
imagens. Quase sentimos o fervilhar da vida em ambientes naturais que os
visitantes da Estrela vão encontrando nas suas caminhadas pelo interior da
montanha mas raramente com a beleza e intensidade mágica que podemos admirar nestas
fotografias.
Pedro Ribeiro é licenciado em Educação Visual e Tecnológica
e Mestre em Design Gráfico, incluindo-se a Fotografia e a Pintura na sua
formação pluridisciplinar. Na área da fotografia, é fotógrafo freelancer, colaborador de revistas
especializadas, com diversos primeiros prémios em concursos organizados por
revistas de fotografia e pelo C.I.S.E. – Centro de Interpretação da Serra da
Estrela.
Manuel Machado, Luiz Morgadinho, Alexandre Magno, Vitor Zapa, Tania Antimonova
Sérgio Reis, Manuel Machado, Alexandre Magno e Tania Antimonova
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