segunda-feira, 18 de abril de 2011

Casa da Cultura de Cinfães

Antiga Casa da Ribeira ou Casa dos Magistrados, a Casa da Cultura de Cinfães concilia o respeito pelo passado com as virtudes modernas dos espaços interiores. A nova entrada e elevador foram acrescentados exteriormente ao alçado mais encoberto, mantendo assim a estrutura original e a integridade visual do edifício.


Logotipo da Casa da Cultura, de Alfredo Figueiredo (Face Design)

A porta principal original (à direita) e a nova entrada (à esquerda).

Interior amplo e funcional . Sala de conferências

Fotos: Sérgio Reis

Links: Casa da Cultura de Cinfães Face Design

Cartaz da XX Festa do Queijo



Várias pessoas quiseram saber, direta ou indiretamente, se a imagem do cartaz e desdobrável/infomail da XX Festa do Queijo Serra da Estrela 2011 é da minha autoria e verifiquei que outros não perguntaram pois essa dúvida nem lhes ocorreu. Agradeço a todos a consideração demonstrada.

Quero esclarecer que a imagem não foi criada por mim mas agrada-me saber que os meus trabalhos inspiraram outros criadores. Parabéns ao artista.

A Festa do Queijo (e outros produtos locais tradicionais) é organizada anualmente pelo Município de Oliveira do Hospital. Este ano, decorreu nos dias 19 e 20 de Março.


Festa do Queijo 2009 e 2010

sábado, 16 de abril de 2011

ALEXANDRA MESQUITA

"Soluções Comprometidas" - Galeria Arte Periférica, Centro Cultural de Belém, Lisboa, Loja 3, 23 de Março a 28 de Abril de 2011

A Galeria Arte Periférica (Centro Cultural de Belém, Lisboa) apresenta um conjunto de obras surpreendentes de Alexandra Mesquita (Lisboa, 1969), realizadas em 2010 e 2011.


Com base em grandes discos, a artista dispõe rigorosamente diversos elementos bidimensionais, em “pistas” concêntricas ou composições espiraladas, recorrendo à terceira dimensão para destacar formas, sublinhar conteúdos, desdobrar leituras. Vistas de frente, as obras parecem bidimensionais, com uma mensagem explícita. Vistas da esquerda ou da direita, os elementos tridimensionais ganham preponderância e manifestam-se sobre a bidimensionalidade original, completando e ampliando sentidos. O conteúdo existencial e social das obras é dado pelos títulos (“Dói não amar”, “Amor matemático com erro de cáculo”, “Quero ver mais portas que paredes”, “Ser são sem ter cura sã”, “Local especial para limpar a vista”, “Grátis só vendo”) e pelo aviso inicial da artista no catálogo da exposição: “Nesta exposição, apresento algumas soluções nas quais depositámos grande confiança, e que actualmente estão a ser postas em causa, quer por terem demonstrado as suas falhas, quer por exibirem a sua inoperância” (Alexandra Mesquita, 1 de Março de 2011).


Alexandra Mesquita nasceu em Lisboa em 1969. Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Expõe individualmente desde 1993, na Galeria Clube 50, Galeria Arte Periférica e Livraria Babel. Participou em diversas exposições colectivas em Lisboa, Estoril, Loures, Cannes, Santiago de Compostela, Caldas da Rainha, Funchal, Madrid, Castelo Branco, Porto, Algés.

"O grande sempre pequeno", 2010, técnica mista sobre papel, 130x130 cm


"Quero ver mais portas que paredes", 2010, técnica mista sobre papel, 130x130 cm


"Grátis só vendo", 2010, técnica mista sobre papel, 130x130 cm

Pintura de Sérgio Reis no Museu Serpa Pinto

Esta Gente - Pintura de Sérgio Reis, Museu Serpa Pinto, Cinfães - 15 de Abril a 15 de Maio de 2011


O Museu Serpa Pinto evoca uma das maiores personalidades da história do concelho e figura ímpar da História nacional, o explorador Alexandre Serpa Pinto (Tendais, 1846-1900). O Museu foi inaugurado em 20 Abril de 2000 e localiza-se no centro de Cinfães.






A Drª Maria da Graça Reis inaugurou a exposição

.


A "explicação" das minhas obras e de outras coisas que me parecem simples. Como disse noutras circunstâncias o Arquitecto Fernando Távora, "Muitas vezes, as coisas simples são as mais difíceis de se fazer". E de explicar, acrescento eu.




Com Antonino de Resende Jorge e Alfredo Figueiredo


A Vereadora Drª Graça Reis e a responsável pela Casa da Cultura de Cinfães, Drª Elizabete Reto



Site da CMCinfães Fotos de José Santos em "Olhares"

terça-feira, 12 de abril de 2011

CASA COMUM

Casa Comum – Obras na Colecção do CAM” – Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, Bragança – 09 de Abril a 26 de Junho 2011


Através de obras de 31 artistas da colecção do CAM, a exposição “Casa Comum” remete-nos para os mais diversos aspectos da ideia de Casa, onde se originam e centram “arquétipos fundamentais da constituição do humano”.

A exposição esteve patente até 27 de Março 2011 na Galeria 1 do CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Artistas representados: Amadeo de Souza-Cardoso António Areal António Carneiro Bernardo Marques Carlos Botelho Emmerico Nunes Fernando Lemos Filipa César Gil Heitor Cortesão Graça Pereira Coutinho João Abel Manta Joaquim Bravo Jorge Barradas José de Almada Negreiros José Dominguez Alvarez José Pedro Croft Julião Sarmento Júlio Resende Lourdes Castro Manuel Amado Manuel Bentes Maria Beatriz Mário Eloy Nadir Afonso Pedro Cabrita Reis Pedro Calapez Pedro Gomes Rui Filipe Sarah Afonso Thomas Weinberger Thomaz de Mello.


VER video da visita guiada no CAM, a 28 de Janeiro 2011, com os artistas Pedro Gomes e Gil Heitor Cortesão.

domingo, 3 de abril de 2011

RENATA CARNEIRO - Exposição em Paris



Histórias Contadas


"São histórias contadas em conversas simples, em locais simples, em cidades simples, em países simples, iguais a todas as outras, mas nem tudo o que é simples é o na realidade. A conversa adensa-se, prolonga-se na imaginação e agarra-se a ela. Daí evolui no subconsciente, alimentando os testemunhos contados, em sentimentos sentidos, que perduram e perturbam. Estas histórias em leques contadas transformam uma ideia em imagem, uma máscara desvendada de uma sociedade que é tudo menos simples. É como um jogo de palavras, de emoções que se encaixam, que se formam mas que no entanto nunca terminam. Esta é a realidade simples, de conversas simples, de apelos ou sem eles, num impulso de abanar e seguir abanando como que de um leque se tratasse, para receber um vento repleto de ambições, desejos, de objectivos a alcançar; como que de um vento trazido em histórias contadas numa simples mesa de café, ao sabor de um chá, numa simples conversa entre elas."


Renata Carneiro

Galeria Espace 181, Paris